Smiles an Dreams
Bem vindo ao meu mundo de sonhos e sorrisos.
Mania de jogar o cabelo pro lado. Mania de sorrir quando sente alguém olhando demais. Mania de coçar os olhos e olhar o visor do celular como se houvesse chegado alguma coisa e não viu. Mania de estudar escutando música e revirar os olhos sempre que escuta, ouve ou vê alguma bobagem. De sorrisos, de olhares, de vozes e cheiros. Mania de achar que nem tudo é aquilo que se vê. De imaginar situações com quem nunca viu e se arrepiar, sorrir, se desesperar por isso. Mania de fechar os olhos antes de dormir e te desejar boa noite em pensamento, dorme bem, sonha comigo, te quero muito e bem.
~ Caio Fernando Abreu  (via messages4u)
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1 day ago on 31 May 2012 · 6:50pm reblog · 34,581 notes
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1 day ago on 31 May 2012 · 6:47pm reblog · 497 notes
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1 day ago on 31 May 2012 · 6:34pm reblog · 641 notes
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1 day ago on 31 May 2012 · 6:21pm reblog · 11,480 notes

boanoitecinderela:

A luz fraca do abajur na cabeceira da cama era o suficiente para iluminar as páginas amareladas de meu pequeno diário empoeirado dentro do baú. Há muito decidira deixá-lo ali, prisioneiro da escuridão, para jamais libertá-lo. Mas esta era uma daquelas noites. Essas madrugadas, tão frias e tristes, tão intensas e maldosas, pouco eram comentadas, porém eram muito conhecidas. Noites como esta dilaceram o coração dos solitários e angustiam a saudade dos ausentes. De um pequenino grão de poeira nascia a tristeza, e a multiplicava até nada haver pela casa além de grãos, abrindo cicatrizes esquecidas nos confins do pretérito. O pouco transformava-se em muito. Onde não havia nada, pesava, pesava e pesava, até as pernas fraquejarem e os joelhos baterem com força no chão. E ali permanecia até ter nos braços os desenho do piso, os cabelos escondendo o rosto, a incapacidade de transbordar a angústia pelos olhos e livrar-me daquela dor aguda dentro do peito.

Esta era uma daquelas noites. Repetia uma, duas, três vezes. Vasculhava razões para abrir o diário que continha toda a dor do mundo, talvez um pouco de outros. Reler um diário é como entrar em uma máquina do tempo capaz de trazer todas as sensações com o gosto amargo do arrependimento. Com o resquício de coragem que permanecia, abri. Na primeira página, havia o desenho de um sorriso. “Excitada estou por começar esse relato de todas as aventuras futuras que viverei”, escrevera em letra de mão com tinta vermelha. Lembro-me bem de minha mania. Quando feliz, escrevia em tinta vermelha e letras grandes - essa era minha forma de gritar ao mundo alegria. Quando triste, tinta negra com letras pequeninas, tentando esconder do papel aquilo que lhe confidenciava. Essa era minha maneira de comunicar-me em segredo com quem quer que fosse. Sentia que, assim, era justa, dando a chance de me decifrarem. Ninguém nunca conseguiu tal proeza. Após as quinze primeiras folhas, todas - sem exceção - estavam escritas com tinta escura.

 Apertei o caderno entre os dedos uma última vez, e mergulhei no mundo que tanto lutara para fugir. Senti o cheiro do campo após o temporal. Corri com os pés descalços pelos portões de minha antiga casa, só para ver aquela antiga paixão de menina passar. As bochechas pintaram-se em tom rosado quando o moço, nitidamente lisonjeado, acenou-me do outro lado da rua, e acenei de volta. Gestos devolvidos raramente apareciam entre aquele embaralhado de palavras, fotografias e desenhos. “Lhe devolvi o aceno, porém não fora o suficiente para devolver-me o coração”, li devagar, degustando cada letra, acento e grafia. No canto da folha, a marca de uma lágrima gritava por atenção, levando-me para o exato momento em que escrevi as amargas palavras. Doeu-me como na primeira vez. Pulei para a última página do diário, ainda em branco, razão desconhecida por mim, que tanto escrevera ali. Procurei pelo quarto caneta na cor azul - ainda em análise sobre o significado -, e escrevi da melhor forma que encontrei: “Não existe fim. Mesmo se pintarmos um ponto final na frase, não termina. Permanece, prossegue nas entrelinhas. Até o mais antigo dos sentimentos, quando relembrado, desperta, sente-se esperançoso, nos dói. E mesmo assim, o fazemos. Relembramos, revivemos. Abrimos diários e sentimos odores, paladares, polegares, apertos. Escancaramos o coração para sentir a nostalgia alegrando-nos, apesar da certeza do final sombrio. Porque o vazio nos rasga. E sentir dor é absolutamente mais agradável do que a angústia de nada sentir”. 
Gabriela Santarosa 

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3 days ago on 29 May 2012 · 6:19pm reblog · 198 notes
Continuo porque é o que resta. Aprendi que se a gente não levar a vida, ela nos leva de qualquer jeito.
~ Caio Fernando Abreu (via segredosdeumpoeta)
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3 days ago on 29 May 2012 · 5:51pm reblog · 225 notes
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3 days ago on 29 May 2012 · 5:44pm reblog · 4,051 notes
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3 days ago on 29 May 2012 · 5:44pm reblog · 5,189 notes
Pensei em sumir. Desaparecer. Despistar. Fingir. Só que eu não vou. Vou me esforçar e acreditar que tudo vai ficar bem. A esperança nos mantém vivos, certo? A fé nos faz andar para a frente, certo? Então tá certo. Ficamos combinados dessa forma. Não espere poesia, linhas bem feitas, palavras bonitas. Simplesmente não posso. Agora não. Não sou de ferro. E está doendo.
~ Clarissa Corrêa  (via um-so-coracao)
» via  cafecomamor-04   (originally  c-a-n-a-r-i-o)
1 week ago on 24 May 2012 · 4:18pm reblog · 5,579 notes
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1 week ago on 24 May 2012 · 3:52pm reblog · 18 notes
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1 week ago on 24 May 2012 · 3:52pm reblog · 3 notes
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1 week ago on 24 May 2012 · 3:51pm reblog · 5,784 notes
Todos os dias eu quase te ligo, eu quase consigo ser leve e te dizer: “Ei, não quer ir no parque? A temporada tá acabando…” Eu quase consigo te tratar como nada. Mas aí quase desisto de tudo, quase ignoro tudo, quase consigo, sem nenhuma ansiedade, terminar o dia tendo a certeza de que é só mais um dia com um restinho de quase e que um restinho de quase, uma hora, se Deus quiser, vira nada. Mas não vira nada nunca.
~ Caio Fernando Abreu (via casinoboulevard)
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1 week ago on 24 May 2012 · 3:41pm reblog · 260 notes
Escreve. Seja uma carta, um diário ou umas notas enquanto falas ao telefone, mas escreve. Procura desnudar a tua alma por escrito, ainda que ninguém leia; ou, o que é pior, que alguém acabe lendo o que não querias. O simples ato de escrever ajuda-nos a organizar o pensamento e a ver com mais clareza o que nos rodeia. Um papel e uma caneta fazem milagres, curam dores, consolidam sonhos, levam e trazem a esperança perdida. As palavras têm poder.
~ Paulo Coelho   (via amei-xas)
» via  doces-trechos   (originally  antigas-cartas)
1 week ago on 22 May 2012 · 1:57pm reblog · 4,086 notes
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1 week ago on 22 May 2012 · 1:31pm reblog · 30,063 notes




As coisas só começam a fluir, quando a gente permite que isso aconteça. Eu to confiando em mim de novo, me permitindo, porque eu sei que posso muito, mereço muito! É muito bom finalmente me dar essa segunda chance, depois de ter dado tantas pra quem nem valia à pena. — Tati Bernardi 13 anos, sonhadora, bailarina, futura modelo. ㅤ
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theme por desesperançoso; base por nbtr, com alguns detalhes originais da noheartgirl e querida solidão